sábado, 29 de agosto de 2009

Temporada de caça ao ajorjo com sua camisa de mangas vermelhas

Começamos no Carnaval com uma sequencia de festas impressionante, era toda sexta, já imendava no sábado, isso no começo, depois as festas se arrastavam pro meio da semana.

Aquela coisa de "viver a vida intensamente como se fosse o último momento" tava acontecendo, a cara de alegria do parceiro véio aqui é visível em todas as fotos desse tempo, vide essa aí ao lado, referente a primeira noite do carnaval de 2007, que mais ou menos uns 20 cabeça lotaram a Kombi do Marquinhos pra ir pra festa.

Na segunda noite daquele carnaval a festa bombou mais ainda, não me lembro muito do que fiz, mas sei que gostei, haha, na volta, depois de já ter amanhecido lotamos os carros, principalmente a Kombi do Marquinhos, e viva os fanfarrões, eu já ri muito vendo gente contando piada, vendo programas de humor, etcétera, mas do jeito que rimos naquela Kombi é difícil de ver, lembrando da sensação de cagaço a cada freada até hoje eu me fino rindo. Pequenos momentos que se não fosse a foto aqui eu talvez nem lembraria, patuvecuméquié!

Não me importaria de postar aqui todas as outras fotos daquele Carnaval, mas espero que isso seja mais um blog escrito do que de imagens. Também não será por falta de fotos que esquecerei dos Caras do Zerinho demonstrando toda sua competência na beira do mar, e de quantas vezes eu, dentro daquele carro, o Nervoso, acabei pensando: "pow, agora que eu não queria mais morrer meus primos vão me matar?", hauehaueuaheuaeh, era demais.

Mas chega de Carnaval, não foi o melhor Carnaval de toda a história do Universo pra eu ficar aqui só falando dele, ainda estávamos em março e teríamos muita, mas muita festa pela frente, e quando não fosse ter festa, a gente organizava alguma.

Depois do Carnaval organizamos na sexta 16 um churras com caipira na casa do Son, devo ter feito uns 20 litros de caipira nesse dia, ôw beleeza.

A foto ao lado trata-se desse dia. Não lembro o que teve no dia 17, mas certamente foi coisa boa.

Nos fins de semana seguintes seguimos assim, na sexta, festa num casarão de algum conhecido de alguém, no sábado, festa num casarão maior ainda de algum outro conhecido de alguém.










Era festa com muita ceva na piscina da casa do Marquinhos num dia... No outro era psytrance no Jaiminho, com mais cerveja ainda, e piscina denovo.

Hahaha, bons tempos, e assim foi indo, quando não tinha casa gigante pra fazer festa pra 20, 30 cabeça, íamos ao Service Point, ou outros similares.

Enquanto as festas rolavam o Grêmio ia de façanha em façanha, metia 4 no Caxias em jogo épico pela semi-final do Gauchóvsky, já tinha matado o São Paulo e o Defensor na Libertadores.

Nos já tínhamos viajado pra Nova Petrópolis algumas vezes, e curtido horrores, por sinal, não vejo a hora de voltar pra lá.

Assim passamos aquele primeiro semestre, quando não estávamos em festas, nem viajando pro Interior, íamos pra praia, hahaha, lá passamos a semana do aniversário do Son, foi a semana do primeiro jogo entre Grêmio x Santos pela Libertadores de 2007.

Entre muitas coisas dessa semana, lembro do começo da viagem, um frio de 5°C aqui em Cachoeirinha, viajamos no friozão, paramos num lugar lá fora e compramos um garrafão de vinho dos mais confirmado, uns pães, um queijo colonial e salamito colonial, metemo a ranguera e fomos bebendo até a praia, fiquei gripadão mas não deu nada.

Nos dias seguintes saíamos com a cuia e erva mate na mão, mas a erva que a gente usava era outra, hahahah, teve gente me aparecendo com teorias que explicavam as cores diferentes das lâmpadas nos postes, quem tava no carro na hora vai se lembrar.

Voltamos pra casa da praia naquela noite, estava todo mundo acordado, e eu, zoião vermelho escancarando tive que inventar desculpa pras tias, todo mundo reunido pra ver Grêmio x Santos, como tinha ficado gripadão uns dias antes meti a desculpa da doença, que tava com febre e pararan, me encheram de remédios, vi o jogo chapadasso, além da ervinha que eu tinha fumado agora tinha mais umas outras 5 substâncias químicas circulando pelo meu corpo. Não dá nada, Grêmio ganhou e depois eu poderia ver todo aquele balaio que o Grêmio socou no youtube.

Num dos outros dias na praia aconteceu isso, tinha um laguinho na beira da praia, meu primo atravessou por dentro, eu não queria molhar as pernas, então apostei com ele que saltaria por cima do valinho, o resultado tá aí abaixo.


Voltando pra Cachoeirinha, estávamos na primeira semana de junho, festa de despedida pro Son(foto), agora não tinha mais choro mesmo, o primo parcerão que se criou comigo estava indo pra uma viagem pra um país em guerra, e o risco de que ele não voltasse assustava demais.

A festa em si foi boa, juro que não lembro de muita coisa, mas guardo pra mim as coisas que lembro dessa festa.

Oloko mew, o primo se foi pro Haiti, as festas se acabariam, daqui a pouco tudo sobre o super inverno de 2007.

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